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A Importância da Rotina Para as Crianças

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Sem dúvida alguma a rotina é muito importante na vida das crianças, mas às vezes se torna muito difícil para ser estabelecida pelos pais.

A rotina diária para as crianças é algo fundamental, é através dessa rotina que a estrutura psíquica e física da criança se organiza. Sendo o tempo para a criança algo complexo, é através das suas rotinas que a criança antecipa o que irá acontecer e adapta o seu comportamento à tarefa seguinte. As rotinas transmitem segurança à criança, deste modo à criança já sabe que no fim da escola a mãe a irá buscar, ou antes, de jantar deve tomar banho, as principais rotinas que se devem manter com as crianças são: horas de refeição; hora de deitar; hora de estudar; hora de brincar e tempos em família.
Uma família desorganizada, com horários irregulares, onde as refeições são servidas em horários diferentes, o banho e a hora de dormir não seguem nenhuma regra; forma crianças inseguras e desorientadas. Os resultados serão visíveis na escola e afetarão também o seu aprendizado. É aquele aluno que não faz tarefas de casa porque não tem horário estabelecido, não estuda previamente para avaliações, não sabe o que vai acontecer naquele dia, chega atrasado à escola. E aquele filho que não se alimenta direito, dorme a hora que quer, deixa de tomar o seu banho, de escovar os seus dentes e de organizar as suas coisas. Esquece o que o pai lhe pediu e deixa de atender à solicitação da mãe. Saber o que tem para fazer fará com que a criança cumpra suas obrigações sem que os adultos precisem lembrar de fazê-lo.
A organização das atividades diárias não impedirá que a criança desenvolva autonomia. A coerência e a flexibilidade devem fazer parte do processo de estabelecimento das regras. Nada que é arbitrário funciona. Todavia a rotina é fundamental na formação de cidadãos responsáveis e confiantes. Sua ausência gera medo e ansiedade não somente nos pequenos como também nos adultos. Portanto criar rotinas é positivo e deve iniciar desde a mais tenra idade.
Quando se estabelece os horários das mamadeiras, da sopinha, do solzinho do bebê, até o horário em que o adolescente deve por o lixo para fora, cuidar do cachorro, fazer a tarefa, jogar videogame, voltar para casa ou ir para a cama dormir; evita-se a formação de uma geração de jovens e adultos irresponsáveis, desorganizados e ansiosos. A educação permissiva e a suposta liberdade oferecida pela família não apresentam resultados positivos. Regras são essenciais e a rotina é referência na vida de crianças e adolescentes; porque direciona, organiza e equilibra suas vidas para mais tarde darem conta de seus compromissos tornando-se adultos mais bem sucedidos.
Lembro-me que quando as crianças eram bem pequenas (bebês) senti muita dificuldade em estabelecer rotina, tudo nos livros é muito fácil, mas a realidade é muito diferente. Mas com o passar dos meses fui percebendo que as tarefas pareciam que começam a se encaixar e tudo fluía melhor. Considero o livro a encantadora de bebês, maravilhoso, ajuda muito nesse processo de estabelecimento de rotina e recentemente li Crianças francesas não fazem manha e também achei fantástico.
A rotina é sim muito importante para a vida da criança e para a nossa também! Hoje com as crianças maiores consigo perceber como todo o esforço valeu a pena, inclusive dão muito menos trabalho quando estão dentro da rotina.

Fonte:Aqui

Viajar com Bebê de avião

As férias escolares chegaram e aí vão algumas dicas pra quem vai pegar avião com pitocos!





Levar o seu pequeno para uma viagem de avião pode ser empolgante - ou assustador. Use essas dicas para ter uma viagem ótima, segura e divertida e chegar ao seu destino com facilidade.
Muitos novos pais são cautelosos quando viajam com seus filhos, o que é compreensível. A verdade é, bebês muito novos são geralmente ótimos viajantes pois eles dormem bastante. Então se você acha que não pode levar o seu novo bebê em um avião, relaxe. Com um pouco de planejamento, toda a família pode aproveitar a primeira aventura do seu pequeno pelos ares.

Aqui estão algumas dicas para garantir que a viagem flua suavemente:

1. Mantenha as Mãos Limpas


Isso serve para todos na família, inclusive o seu bebê. Dado o delicado sistema imune da sua filha, a maior preocupação quando viajar serão os germes pelos quais ela entrará em contato. Certifique-se que as mãos de todos estão lavadas e leve um desinfetante para as mãos e lenços desinfetantes para quando o banheiro não estiver disponível.

2. Leve o seu Trocador


Isso manterá os germes longe quando você usar uma área de troca pública.

3. Use um Assento de Segurança para Criança

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O melhor lugar para a sua filha no avião é um assento de segurança para crianças aprovado pelo governo, não em seu colo.

4. Facilite Despressurização dos Ouvidos


Quando a pressão do ar muda durante a decolagem e pouso, pode causar pressão nos ouvidos, que podem ser desconfortáveis e perturbadoras para o seu bebê. Engolir ajuda a retornar à pressão normal, você pode suavizar o desconforto ao amamentar o seu bebê ou oferecer uma mamadeira, chupeta ou mesmo um dos dedos para ele chupar.

5. Leve Extras


Certifique-se de levar algumas fraldas a mais do que você precisaria, muitos lenços e roupas extras para o seu bebê, só por via das dúvidas. 

Leve esses itens na bagagem de mão - não nas malas despachadas - e não se esqueça que o seu pequeno precisa dos brinquedos favoritos, jogos e chupetas.

6. Prepare-se para o Jet Lag


Certifique-se que todos descansem bastante antes da viagem. Para ajudar o seu bebê a dormir, tente ajustar os horários dele dois ou três dias antes da viagem, e então adote o novo horário local (enquanto planeja para várias sonecas entre s horários) assim que chegar.

7. Gerencie uma Agenda Relaxada


Planeje chegar ao aeroporto e realizar o check-in com antecedência e tira vantagem do embarque preferencial, que geralmente é oferecido para famílias com crianças de colo. 

Escolha vôos com escalas mais longas para evitar ter que fazer uma corrida louca em todo o aeroporto para pegar uma conexão. Então relaxe e aproveite a viagem!



Fonte Pampers

Hamburguinho ❤️

Bom dia! Como a maioria dos nossos dias são corridos, eu sempre tento deixar alguma coisa organizadas pro #MenuDoBebe ! A dica de hoje é uma receita rápida, pratica e além de deliciosa é saudável!

Hamburguinho de carne com aveia

Ingredientes:

300 g de patinho moído
1/2 cebola picadinha
1 colher sopa de alho poró picadinho
1/2 cenoura ralada
1 punhado de tempero verde
3 colheres de sopa de farelo de aveia
Sal

Misture todos os ingredientes e molde o hamburguinho como preferir. E depois é só fazer na frigideira com um fio de óleo, pode ir colocando gotas de água para cozinhar bem com tampa! E pronto!


Eu embalo um a um e deixo congelado para casos de emergência! As crianças amam! 


Sirva com arroz, feijão, salada... 

Espero que gostem! 




9 dicas para congelar papinha


Existem muitos mitos sobre o congelamento dos alimentos e sua influência no sabor, textura e composição do prato na hora de comer. Quando se trata de papinha então, o assunto fica aindamais sério. Por isso, vamos te explicar o que você precisa saber na hora de congelar a papinha do seu filho e facilitar o dia a dia.
 1. O que congelar?
Todos os tipos de papinha podem ser congelados. Basta você fazer a papinha que está habituada e por para congelar!

2. Higienização
É preciso lavar muito bem os alimentos toda vez que você for preparar a papinha para o seu filho. Por isso, reste muita atenção ao lavá-los, para certificar-se de que estão bons para o consumo do bebê. Se você incluir carne na papinha, preocupe-se com o cozimento adequeado, nada de carne com o meio vermelho para a papinha.

3. Quantidade
Não adianta fazer um panelão de papinha, estocar no freezer e dar só isso para o seu filho o mês todo. Os bebês têm a necessidade de ingerir diversos tipos de nutrientes, por isso tente sempre variar os ingredientes.

4. Armazenamento
Para colocar a papinha no freezer use potes de vidro, silicone ou plástico. Caso você opte pelos potes de plástico, veja antes se ele não possui “Bisfenol A”, ou “DPA”, em sua composição, já que esse composto pode causar danos ao sistema endócrino e reprodutor da criança. Garante que o pote seja bem vedado, para a papinha não entrar em contato com outro tipo de alimento, o que pode contaminá-la.

5. Consumo
Depois de congelada, a papinha deve ser consumida em até 2 ou 3 meses. Para você se organizar com mais facilidade, coloque uma etiqueta no pote, indicando a data em que foi feita e quais alimentos a compõem, para não se confundir e misturar tudo. 

6. Nutrientes
Esta é uma grande dúvida: se eu congelar a papinha, os alimentos não perdem os nutrientes? Não. Quando congelada, a papinha conserva todos os nutrientes dos alimentos, a perda ocorre na hora de descascar e cozinhar os legumes, verduras e carnes. Por isso, preste atenção e siga a receita!

7. Descongelamento
Na hora de descongelar, veja com antecedência o que irá precisar e deixe na geladeira. Não coloque a papinha em temperatura ambiente para descongelar, porque isso aumenta a chance de contaminação por bactérias. 

8. Fogão ou microondas?
Na hora de esquentar, você pode usar tanto o microondas, como o fogão, vai da sua preferência. Os nutrientes, o sabor e a qualidade continuarão os mesmos em qualquer uma das duas formas de aquecimento. Importante: se você for adepta ao microondas, compre potinhos que possam ser esquentados junto com a papinha, fica tudo muito mais prático!

9. (Des)congela?
Nada de descongelar uma papinha e querer congelar de novo. Uma vez que você tirou a comida do freezer e esquentou, não congele de novo. As bactérias são mais atraídas de acordo com a temperatura, o que torna essa oscilação perigosa. Para resolver isso, a dica é separar tudo em potes pequenos, de acordo com a quantidade que o seu filho vai comer em cada refeição.

Consultoria: Pamella Oliveira, nutricionista, filha de Elai
- Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

10 Papinhas Salgadas


De acordo com a Organização Mundial da Saúde é recomendado que as crianças tenham aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade. Depois disso, os pais devem começar a introduzir alimentos sólidos.
A primeira papinha salgada deve ser oferecida no horário do almoço, entre 11 e 12 horas. A recomendação é que os pais oferecem pequenas quantidades dos alimentos, colocando na ponta da colher e aumentando o volume conforme a aceitação da criança. Ofereça a carne uma semana depois de ter introduzido a papinha.
Para começar a se preparar para essa fase do bebê, veja nossas dicas de receitas de papinhas salgadas e nutritivas para seu filho.
Papinha de ervilha
Ingredientes
160g de ervilhas frescas ou congeladas
¼ xícara (chá) de água
¼ xícara (chá) de leite materno ou infantil
Como fazer
Ferva a água em uma panela pequena. Coloque as ervilhas e deixe ferver novamente. Cubra, reduza para o fogo baixo e cozinhe por 5 a 6 minutos, até as ervilhas ficarem macias. Mexa uma vez durante o cozimento. Deixe esfriar um pouco e coloque as ervilhas e a águia no liquidificador. Adicione o leite materno ou infantil a bate por 1 minutos, até ficar com consistência lisa.
Papinha de cenoura
Ingredientes
200g de cenoura fatiada
Como fazer
Cozinhe a cenoura por dez minutos, até ficar macia. Bata no liquidificador ou processador, adicionando um pouco de água do próprio cozimento do legume até obter um purê homogêneo. Não é necessário acrescentar sal.
Papinha de batata
Ingredientes
1 batata Monalisa
2 a 3 colheres de sopa de leite materno ou infantil
Como fazer
Esfregue bem a batata. Fure a pele com um garfo em diversos pontos. Cozinhe no forno de micro-ondas na potência alta por 10 minutos até ficar macia. Deixe esfriar o suficiente para manusear. Amasse a batata adicionando leite materno ou infantil e sirva.

Papinha de frango com agrião
Ingredientes
150g de peito de frango limpo
1 cenoura pequena
1 abobrinha pequena
½ colher (sopa) de salsa
1 colher (sobremesa) de óleo de girassol
2 colheres (sopa) de agrião picado
1 ½ litro de água
½ xícara de arroz cru
Como fazer
Cozinhe todos os ingredientes ao mesmo tempo em fogo baixo até amolecer. Amasse tudo com um garfo e sirva.
Ervilhas e abobrinha
Ingredientes
100g de ervilhas congeladas
1 abobrinha descascada cortada em cubos de 1 cm
1 colher (sopa) de hortelã
Como fazer
Cozinhe a abobrinha e as ervilhas no vapor, por cerca de 10 minutos ou até amolecerem. Bata os legumes com a hortelã no processador até obter uma consistência homogênea. Se achar necessário diluir, adicione um pouco de água do cozimento ou fervida.
Fígado com legumes e aveia
Ingredientes
150g de fígado
2 batatas médias
1 cenoura
2 folhas de alface
1 colher (sopa) de cebola alada
½ xícara de aveia em flocos
2 litros de água
1 colher (sopa) de óleo de milho ou girassol
Como fazer
Coloque tudo (inclusive a aveia) na panela com 1 ½ litro de água. Quando ficarem macios acrescente a colher de sopa de óleo. Amasse com o garfo e sirva.
Sopa de abóbora e ovo
Ingredientes
350g de caldo de legumes caseiro
30g de macarrão do tipo ninho
100g de abóbora já descascada
1 gema de ovo cozida
1 colher (sopa) de azeite de oliva
Como fazer
Corte a abóbora em cubinhos e leve ao fogo baixo junto com o clado de legumes, até que fique bem macia. Tire os pedaços de abóbora ado fogo com uma escumadeira e acrescente o macarrão. À parte, amasse os pedaços da abóbora junto com a gema de ovo cozida, diretamente no prato da criança, e assim que o macarrão estiver pronto uma os outros ingredientes, temperando tudo no final com o azeite. Amasse com o grafo e sirva com o caldo.
Carne com mandioquinha
Ingredientes
2 cenouras descascadas e cortadas em pedaços pequenos
2 mandioquinhas descascadas e cortadas em pedaços pequenos
15g de manteiga sem sal
1 colher (sopa) de iogurte integral natural
1 colher (sopa)azeite
1 cebola roxa picadinha
1 dente de alho picado
1 tomate picado
250g de carne magra moída
½ colher (sopa) de salsa e hortelã picadas
Como fazer
Cozinhe as cenouras e as mandioquinhas no vapor por 8 – 10 minutos, até amolecerem. Bata ou amasse com a manteiga e o iogurte para obter um creme homogêneo. Transfira para uma tigela e reserve.
Refogue a cebola e o alho no azeite, em fogo médio. Acrescente o tomate e deixe cozinhar. Junte a carne e misture bem. Adicione a salsa e a hortelã e cozinhe por 8 – 10 minutos, mexendo de vez em quando até a carne escurecer e cozinhar completamente. Se a mistura ficar muito seca, adicione um pouco de água.
Se necessário bata a carne no processador com um pouco de água, para obter a textura adequada. Para servir, coloque uma colherada de carne em uma tigela e o creme de legumes por cima.
Salada de frango, abacate e arroz integral
Ingredientes
2 litors de caldo de legumes
225g de arroz integral
4 colheres (sopa) de azeite
2 colheres (sopa) suco de limão
Sal
1 maço de cebolinha picadinha
55g de pinholes torrados
Coentro fresco picado
1 abacate em fatias
2 peitos de frango cozidos e desfiados
Como fazer
Ferva o caldo de legumes, junte o arroz e volte a ferver. Abaixe o fogo, tampe e cozinhe por 30 a 35 minutos, até o arroz ficar macio e secar. Deixe esfriar um pouco, depois leve à geladeira. (O arroz pode ser cozido na véspera).
Perto da hora de servir, bata o azeite com o suco de limão e tempere com sal. Misture o molho ao arroz junto com a cebolinha, os pinholes e o coentro. Espalhe o frango e o abacate por cima a sirva.
Ingredientes
½ xícara (chá) água
¼ xícara (chá) arroz integral triturado
¼ xícara (chá) de leite materno ou infantil
Como fazer
Ferva a água em uma panela. Adicione o arroz integral triturado mexendo constantemente. Cozinhe em fogo baixo por 10 minutos, continuando a mexer com um batedor. Deixe a mistura esfriar levemente e transfira para um liquidificador. Bata até a mistura ficar cremosa, adicionando leite materno ou infantil até chegar à consistência desejada. Deixe esfriar e sirva na temperatura ambiente.
Fontes:
- See more at: http://www.paisefilhos.com.br/comer-bem/10-papinhas-salgadas#sthash.joQ6CVfq.dpuf

Tem problema colocar o bebê na piscina?



Brincar com o bebê na água é muito gostoso nos dias quentes, e do ponto de vista da segurança também é bom que a criança se acostume a esse ambiente. As crianças só conseguem nadar de verdade quando são mais velhas, por volta dos 3 anos, mas a natação para bebês é uma ótima maneira de fazer exercício e de relaxar -- para a mãe ou o pai também, já que nesse tipo de aula os pais entram junto com os filhos na piscina. 

A partir de quando posso colocar meu bebê na piscina?

A maioria das aulas de natação é para crianças a partir dos 3 ou 4 meses. Alguns pediatras preferem esperar até os 6 meses ou mais para liberar o uso da piscina, dependendo da criança e do risco de infecções. 

Ele entra na piscina de fralda?

O ideal são as fraldas especiais para uso em piscina, mas elas não são obrigatórias. As fraldas descartáveis comuns "incham" no contato com a água, atrapalhando os movimentos do bebê. Converse com os responsáveis pela piscina e, se você achar que não há muito risco de seu filho fazer cocô, pode entrar com ele só de sunga ou maiô, por um período máximo de meia hora. Óculos de natação só serão necessários mais tarde, por volta dos 3 anos. 

O que levar

Se você for fazer aula de natação com seu filho, informe-se primeiro sobre as condições do banho -- se há ajuda para ficar com o bebê enquanto você se troca, já que você também estará molhada. Além da toalha e de uma troca de roupa limpa, leve também um roupão, para a entrada na piscina. 

Caso a piscina não esteja muito perto da sua casa, leve uma mamadeira ou um lanchinho ou amamente o bebê depois da brincadeira na água -- natação deixa os bebês com fome! 

As academias já têm brinquedos para os bebês, mas, se você for a outro tipo de piscina, leve os brinquedos de banho preferidos do seu filho. 

Como fazer o bebê se acostumar com a água

Alguns bebês se assustam com o contato com a água. Veja como você pode ajudar:
  • Faça brincadeiras na hora do banho. Jogue água sobre o corpo da criança e o coloque de bruços para "nadar", sempre com apoio.
  • Não faça a estréia do bebê numa piscina muito cheia de gente.
  • Quando entrar com o bebê na piscina pela primeira vez, mantenha o rosto dele próximo ao seu e olhe-o nos olhos. À medida que ele se tranquilize, você pode começar a movimentá-lo mais na água.

Como se divertir na água

Veja algumas dicas para que o bebê encare a piscina como diversão, e aprenda os princípios básicos da natação:
  • Mostre ao bebê como bater as mãozinhas e os pés na água. Jogue um brinquedo a alguma distância e faça a criança "nadar" até ele, carregando-a.
  • Ensine a criança a fazer bolhinhas na água. O melhor jeito de fazer isso é pelo exemplo. Esse passo é importante para que ela aprenda a não inalar a água.
  • Quando o bebê já sentar, coloque-o sentado na borda da piscina, com você dentro da água, e cante uma musiquinha, como "O sapo não lava o pé". Ao fim da música (no "chulé", por exemplo), "mergulhe-o" na água e faça festa.
  • Deite-o de barriga para cima com a cabeça apoiada no seu ombro. Incentive-o a bater as pernas.
  • Não há perigo em afundar o rosto do bebê na água por alguns segundos. Há pesquisas que mostram que bebês novinhos não inalam a água. Mas dá uma certa aflição fazer isso pela primeira vez, portanto o melhor é contar com a ajuda de um profissional de educação física, especializado. Às vezes, eles ensinam a técnica de soprar o rostinho do bebê para que eles não sejam pegos de surpresa pelo mergulho.

Que cuidados devo tomar?

  • Não alimente o bebê até uma hora antes do início da atividade na piscina.
  • A temperatura ideal da água é entre 29 e 30 graus Celsius. Verifique com os responsáveis pela piscina. Se estiver calor, você pode entrar com o bebê numa piscina não aquecida, desde que ela não esteja muito gelada, mas retire a criança se ela começar a tremer, e embrulhe-a numa toalha quentinha.
  • Comece com dez minutos de atividade e vá aumentando até meia hora. Até 1 ano de idade, o ideal é não passar de meia hora na piscina.
  • Não leve a criança à piscina se ela estiver resfriada ou doente.
  • Se seu bebê tem problemas de pele, converse com o pediatra para saber se a piscina não vai agravar a irritação. Pergunte aos responsáveis pela piscina qual é o processo de tratamento da água. Tratamentos que usam a salinização ou o ozônio usam menos cloro, substância que limpa a água mas pode causar irritação na pele e problemas respiratórios.
Fonte: babycenter.com

A Melhor Pomada Contra Assaduras

Esse é na minha opinião um ítem obrigatório para as mamães que estão fazendo enxoval. Eu quase nunca usei pomada diariamente para prevenção, optei em usar somente se precisava, e está sem dúvida, é a melhor de todas! 

Para quem viaja para fazer as compras fica fácil de encontrar, ou da pra comprar no Brasil em alguns lugares. 

Desitin - Maximum strength

Desitin é a famosa pomada americana contra assaduras na pele do bebe que ficou conhecida por ser a mais rapida e eficaz pomada contra assaduras do mercado. Ela é a mais recomendada por pediatras norte americanos, e a mais vendida dos EUA. 
Sua formula Desitin Maximun Strenght, diferente da Desitin Rapid Relief que é usada diariamente para prevenção da assadura, funciona como um remedio que promove o alivio imediato da assadura e irritação da pele do bebe. Ideal para ser usada em assaduras de bebe, tão frequentemente causadas por qualquer demora em trocar uma fralda. 
 
Desitin possui uma alta concentracão de óxido de zinco, substancia capaz de formar uma barreira protetora que ajuda a curar e aliviar o desconforto das assaduras na pele. Atua como anti-inflamatório reduzindo a vermelhidão e irritação da pele sensível e propensa a inflamação. Seus resultados são sentidos imediatamente. 
A formula Desitin Maximun Strenght é espessa, hipoalergênica e comprovada por pediatras por promover alívio imediato para a pele sensível do bebê, conforto que perdura durante toda a noite. 


Refluxo no bebê



 

É normal meu filho regurgitar?

Depende. O bebê pode regurgitar ou golfar um pouco de leite depois de mamar ou até acabar vomitando de vez em quando, sem causa aparente. Pode ser que às vezes ele tussa depois de regurgitar, como se o leite tivesse entrado pelo "buraco errado".

Isso tudo é normal e esperado em crianças de até1 ano, por isso, se seu filho não tiver nenhum outro sintoma, não há com o que se preocupar.

Só mantenha uma fraldinha ou paninho de boca sempre à mão para emergências, e não se esqueça de colocar uma blusa extra para você na sacola do bebê, para o caso de um "acidente".

Tanto bebês que mamam no peito quanto bebês que tomam fórmula podem regurgitar ou ter refluxo.

Algumas crianças, no entanto, regurgitam em grande quantidade, chegando a afetar seu ganho de peso, causando dores de garganta e até problemas respiratórios, o que já indica um quadro bem mais sério de
refluxo.

Preciso falar com o médico?

É sempre bom comentar com o pediatra o que está acontencendo com o bebê, mas é preciso mais urgência na atenção às regurgitações se:
  • seu bebê parecer não estar ganhando peso
  • o bebê chorar muito sempre depois de mamar
  • ele estiver vomitando com muita frequência
  • ele começar a ter muita tosse
  • ele ficar irritado, curvando-se para trás, depois de mamar

O diagnóstico do refluxo pode ser apenas clínico, ou seja, baseado no exame físico do bebê e na descrição dos sintomas. Existem outros exames para investigar o refluxo, como um raio-X do sistema digestivo (o bebê precisa tomar um contraste).

Você pode tentar em casa algumas medidas simples para ver se o problema melhora, como manter o bebê em posição ereta por 20 minutos depois de cada mamada e elevar um pouco a cabeceira do berço.

Outra estratégia é aumentar a frequência das mamadas para diminuir a quantidade de leite em cada uma delas -- às vezes os bebês mamam demais de uma vez só, o que acaba provocando vômitos.

Alguns médicos sugerem ainda que a mãe elimine o leite de vaca de sua própria alimentação, porque os sintomas de refluxo podem ser causados por intolerância a certas proteínas presentes no leite de vaca, que passam para o leite materno. O mesmo se aplica a bebês que tomam fórmula.

Qual é a causa do refluxo?

Bebês podem ter refluxo porque uma válvula que conecta o esôfago ao estômago, chamada esfíncter, está enfraquecida ou ainda não funcionando direito, permitindo que alimentos e sucos gástricos voltem do estômago em direção à boca.

Lembra dos seus tempos de grávida? O aumento do útero pressionava esta mesma válvula, a sua, levando àqueles episódios de azia.

Cerca de 50 por cento de todos os bebês apresenta algum tipo de refluxo, mas apenas em uma pequena porcentagem ele se torna um problema sério. Aos 10 meses, somente cerca de 5 por cento dos bebês ainda sofre com o refluxo.

Existe algum tratamento médico para o refluxo?

Nos casos mais graves, o pediatra pode receitar antiácidos, medicamentos anti-refluxo, produtos para engrossar um pouco o leite ou fórmulas anti-refluxo já prontas. Só use esse tipo de tratamento sob a orientação do médico. Talvez o pediatra prefira encaminhar o bebê para um gastroenterologista, que possa prescrever outros tipos de medicamentos.

Crianças só são tratadas quando o refluxo realmente atrapalha a vida delas. Existem bebês que simplesmente regurgitam mais que os outros, mas não têm nenhum outro desconforto e se desenvolvem normalmente. Nesse caso, o tratamento não é necessário.

O refluxo é grave?

É importante acompanhar atentamente o ganho de peso de bebês com refluxo. Alguns bebês não engordam o suficiente porque não conseguem manter muito leite no estômago, e outros acabam perdendo o apetite por causa do desconforto causado pelo ácido.

Existe também o risco de desenvolver esofagite, uma inflamação da mucosa do esôfago, que pode ser persistente e provocar problemas mais sérios no futuro.

Se a regurgitação ou o vômito entrarem no sistema respiratório, o bebê pode adquirir problemas como pneumonia, tosse persistente à noite, sinusite (em crianças maiores) ou otite, por isso é bom ficar de olho em sinais dessas doenças. O ácido estomacal também pode prejudicar o esmalte dos dentes da criança.

Em casos raros, o conteúdo gástrico não chega a sair na forma de regurgitação, mas fica entrando nas vias respiratórias, causando problemas. Por esse motivo, no caso de infecções respiratórias recorrentes ou tosse, a possibilidade de refluxo deve ser levada em conta.

Mais que tudo, o refluxo pode dificultar muito a vida da família toda, pois os pais não conseguem aliviar o desconforto da criança, além de terem de lidar com o estresse de alimentá-la e mantê-la limpa. O consolo é lembrar que o refluxo vai embora sozinho, e um dia a choradeira, o cheiro de azedo e as constantes fraldinhas sujas serão só uma lembrança distante no seu passado.


Fonte