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A Importância da Rotina Para as Crianças

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Sem dúvida alguma a rotina é muito importante na vida das crianças, mas às vezes se torna muito difícil para ser estabelecida pelos pais.

A rotina diária para as crianças é algo fundamental, é através dessa rotina que a estrutura psíquica e física da criança se organiza. Sendo o tempo para a criança algo complexo, é através das suas rotinas que a criança antecipa o que irá acontecer e adapta o seu comportamento à tarefa seguinte. As rotinas transmitem segurança à criança, deste modo à criança já sabe que no fim da escola a mãe a irá buscar, ou antes, de jantar deve tomar banho, as principais rotinas que se devem manter com as crianças são: horas de refeição; hora de deitar; hora de estudar; hora de brincar e tempos em família.
Uma família desorganizada, com horários irregulares, onde as refeições são servidas em horários diferentes, o banho e a hora de dormir não seguem nenhuma regra; forma crianças inseguras e desorientadas. Os resultados serão visíveis na escola e afetarão também o seu aprendizado. É aquele aluno que não faz tarefas de casa porque não tem horário estabelecido, não estuda previamente para avaliações, não sabe o que vai acontecer naquele dia, chega atrasado à escola. E aquele filho que não se alimenta direito, dorme a hora que quer, deixa de tomar o seu banho, de escovar os seus dentes e de organizar as suas coisas. Esquece o que o pai lhe pediu e deixa de atender à solicitação da mãe. Saber o que tem para fazer fará com que a criança cumpra suas obrigações sem que os adultos precisem lembrar de fazê-lo.
A organização das atividades diárias não impedirá que a criança desenvolva autonomia. A coerência e a flexibilidade devem fazer parte do processo de estabelecimento das regras. Nada que é arbitrário funciona. Todavia a rotina é fundamental na formação de cidadãos responsáveis e confiantes. Sua ausência gera medo e ansiedade não somente nos pequenos como também nos adultos. Portanto criar rotinas é positivo e deve iniciar desde a mais tenra idade.
Quando se estabelece os horários das mamadeiras, da sopinha, do solzinho do bebê, até o horário em que o adolescente deve por o lixo para fora, cuidar do cachorro, fazer a tarefa, jogar videogame, voltar para casa ou ir para a cama dormir; evita-se a formação de uma geração de jovens e adultos irresponsáveis, desorganizados e ansiosos. A educação permissiva e a suposta liberdade oferecida pela família não apresentam resultados positivos. Regras são essenciais e a rotina é referência na vida de crianças e adolescentes; porque direciona, organiza e equilibra suas vidas para mais tarde darem conta de seus compromissos tornando-se adultos mais bem sucedidos.
Lembro-me que quando as crianças eram bem pequenas (bebês) senti muita dificuldade em estabelecer rotina, tudo nos livros é muito fácil, mas a realidade é muito diferente. Mas com o passar dos meses fui percebendo que as tarefas pareciam que começam a se encaixar e tudo fluía melhor. Considero o livro a encantadora de bebês, maravilhoso, ajuda muito nesse processo de estabelecimento de rotina e recentemente li Crianças francesas não fazem manha e também achei fantástico.
A rotina é sim muito importante para a vida da criança e para a nossa também! Hoje com as crianças maiores consigo perceber como todo o esforço valeu a pena, inclusive dão muito menos trabalho quando estão dentro da rotina.

Fonte:Aqui

Viajar com Bebê de avião

As férias escolares chegaram e aí vão algumas dicas pra quem vai pegar avião com pitocos!





Levar o seu pequeno para uma viagem de avião pode ser empolgante - ou assustador. Use essas dicas para ter uma viagem ótima, segura e divertida e chegar ao seu destino com facilidade.
Muitos novos pais são cautelosos quando viajam com seus filhos, o que é compreensível. A verdade é, bebês muito novos são geralmente ótimos viajantes pois eles dormem bastante. Então se você acha que não pode levar o seu novo bebê em um avião, relaxe. Com um pouco de planejamento, toda a família pode aproveitar a primeira aventura do seu pequeno pelos ares.

Aqui estão algumas dicas para garantir que a viagem flua suavemente:

1. Mantenha as Mãos Limpas


Isso serve para todos na família, inclusive o seu bebê. Dado o delicado sistema imune da sua filha, a maior preocupação quando viajar serão os germes pelos quais ela entrará em contato. Certifique-se que as mãos de todos estão lavadas e leve um desinfetante para as mãos e lenços desinfetantes para quando o banheiro não estiver disponível.

2. Leve o seu Trocador


Isso manterá os germes longe quando você usar uma área de troca pública.

3. Use um Assento de Segurança para Criança

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O melhor lugar para a sua filha no avião é um assento de segurança para crianças aprovado pelo governo, não em seu colo.

4. Facilite Despressurização dos Ouvidos


Quando a pressão do ar muda durante a decolagem e pouso, pode causar pressão nos ouvidos, que podem ser desconfortáveis e perturbadoras para o seu bebê. Engolir ajuda a retornar à pressão normal, você pode suavizar o desconforto ao amamentar o seu bebê ou oferecer uma mamadeira, chupeta ou mesmo um dos dedos para ele chupar.

5. Leve Extras


Certifique-se de levar algumas fraldas a mais do que você precisaria, muitos lenços e roupas extras para o seu bebê, só por via das dúvidas. 

Leve esses itens na bagagem de mão - não nas malas despachadas - e não se esqueça que o seu pequeno precisa dos brinquedos favoritos, jogos e chupetas.

6. Prepare-se para o Jet Lag


Certifique-se que todos descansem bastante antes da viagem. Para ajudar o seu bebê a dormir, tente ajustar os horários dele dois ou três dias antes da viagem, e então adote o novo horário local (enquanto planeja para várias sonecas entre s horários) assim que chegar.

7. Gerencie uma Agenda Relaxada


Planeje chegar ao aeroporto e realizar o check-in com antecedência e tira vantagem do embarque preferencial, que geralmente é oferecido para famílias com crianças de colo. 

Escolha vôos com escalas mais longas para evitar ter que fazer uma corrida louca em todo o aeroporto para pegar uma conexão. Então relaxe e aproveite a viagem!



Fonte Pampers

9 dicas para congelar papinha


Existem muitos mitos sobre o congelamento dos alimentos e sua influência no sabor, textura e composição do prato na hora de comer. Quando se trata de papinha então, o assunto fica aindamais sério. Por isso, vamos te explicar o que você precisa saber na hora de congelar a papinha do seu filho e facilitar o dia a dia.
 1. O que congelar?
Todos os tipos de papinha podem ser congelados. Basta você fazer a papinha que está habituada e por para congelar!

2. Higienização
É preciso lavar muito bem os alimentos toda vez que você for preparar a papinha para o seu filho. Por isso, reste muita atenção ao lavá-los, para certificar-se de que estão bons para o consumo do bebê. Se você incluir carne na papinha, preocupe-se com o cozimento adequeado, nada de carne com o meio vermelho para a papinha.

3. Quantidade
Não adianta fazer um panelão de papinha, estocar no freezer e dar só isso para o seu filho o mês todo. Os bebês têm a necessidade de ingerir diversos tipos de nutrientes, por isso tente sempre variar os ingredientes.

4. Armazenamento
Para colocar a papinha no freezer use potes de vidro, silicone ou plástico. Caso você opte pelos potes de plástico, veja antes se ele não possui “Bisfenol A”, ou “DPA”, em sua composição, já que esse composto pode causar danos ao sistema endócrino e reprodutor da criança. Garante que o pote seja bem vedado, para a papinha não entrar em contato com outro tipo de alimento, o que pode contaminá-la.

5. Consumo
Depois de congelada, a papinha deve ser consumida em até 2 ou 3 meses. Para você se organizar com mais facilidade, coloque uma etiqueta no pote, indicando a data em que foi feita e quais alimentos a compõem, para não se confundir e misturar tudo. 

6. Nutrientes
Esta é uma grande dúvida: se eu congelar a papinha, os alimentos não perdem os nutrientes? Não. Quando congelada, a papinha conserva todos os nutrientes dos alimentos, a perda ocorre na hora de descascar e cozinhar os legumes, verduras e carnes. Por isso, preste atenção e siga a receita!

7. Descongelamento
Na hora de descongelar, veja com antecedência o que irá precisar e deixe na geladeira. Não coloque a papinha em temperatura ambiente para descongelar, porque isso aumenta a chance de contaminação por bactérias. 

8. Fogão ou microondas?
Na hora de esquentar, você pode usar tanto o microondas, como o fogão, vai da sua preferência. Os nutrientes, o sabor e a qualidade continuarão os mesmos em qualquer uma das duas formas de aquecimento. Importante: se você for adepta ao microondas, compre potinhos que possam ser esquentados junto com a papinha, fica tudo muito mais prático!

9. (Des)congela?
Nada de descongelar uma papinha e querer congelar de novo. Uma vez que você tirou a comida do freezer e esquentou, não congele de novo. As bactérias são mais atraídas de acordo com a temperatura, o que torna essa oscilação perigosa. Para resolver isso, a dica é separar tudo em potes pequenos, de acordo com a quantidade que o seu filho vai comer em cada refeição.

Consultoria: Pamella Oliveira, nutricionista, filha de Elai
- Fonte: http://www.paisefilhos.com.br

10 Papinhas Salgadas


De acordo com a Organização Mundial da Saúde é recomendado que as crianças tenham aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade. Depois disso, os pais devem começar a introduzir alimentos sólidos.
A primeira papinha salgada deve ser oferecida no horário do almoço, entre 11 e 12 horas. A recomendação é que os pais oferecem pequenas quantidades dos alimentos, colocando na ponta da colher e aumentando o volume conforme a aceitação da criança. Ofereça a carne uma semana depois de ter introduzido a papinha.
Para começar a se preparar para essa fase do bebê, veja nossas dicas de receitas de papinhas salgadas e nutritivas para seu filho.
Papinha de ervilha
Ingredientes
160g de ervilhas frescas ou congeladas
¼ xícara (chá) de água
¼ xícara (chá) de leite materno ou infantil
Como fazer
Ferva a água em uma panela pequena. Coloque as ervilhas e deixe ferver novamente. Cubra, reduza para o fogo baixo e cozinhe por 5 a 6 minutos, até as ervilhas ficarem macias. Mexa uma vez durante o cozimento. Deixe esfriar um pouco e coloque as ervilhas e a águia no liquidificador. Adicione o leite materno ou infantil a bate por 1 minutos, até ficar com consistência lisa.
Papinha de cenoura
Ingredientes
200g de cenoura fatiada
Como fazer
Cozinhe a cenoura por dez minutos, até ficar macia. Bata no liquidificador ou processador, adicionando um pouco de água do próprio cozimento do legume até obter um purê homogêneo. Não é necessário acrescentar sal.
Papinha de batata
Ingredientes
1 batata Monalisa
2 a 3 colheres de sopa de leite materno ou infantil
Como fazer
Esfregue bem a batata. Fure a pele com um garfo em diversos pontos. Cozinhe no forno de micro-ondas na potência alta por 10 minutos até ficar macia. Deixe esfriar o suficiente para manusear. Amasse a batata adicionando leite materno ou infantil e sirva.

Papinha de frango com agrião
Ingredientes
150g de peito de frango limpo
1 cenoura pequena
1 abobrinha pequena
½ colher (sopa) de salsa
1 colher (sobremesa) de óleo de girassol
2 colheres (sopa) de agrião picado
1 ½ litro de água
½ xícara de arroz cru
Como fazer
Cozinhe todos os ingredientes ao mesmo tempo em fogo baixo até amolecer. Amasse tudo com um garfo e sirva.
Ervilhas e abobrinha
Ingredientes
100g de ervilhas congeladas
1 abobrinha descascada cortada em cubos de 1 cm
1 colher (sopa) de hortelã
Como fazer
Cozinhe a abobrinha e as ervilhas no vapor, por cerca de 10 minutos ou até amolecerem. Bata os legumes com a hortelã no processador até obter uma consistência homogênea. Se achar necessário diluir, adicione um pouco de água do cozimento ou fervida.
Fígado com legumes e aveia
Ingredientes
150g de fígado
2 batatas médias
1 cenoura
2 folhas de alface
1 colher (sopa) de cebola alada
½ xícara de aveia em flocos
2 litros de água
1 colher (sopa) de óleo de milho ou girassol
Como fazer
Coloque tudo (inclusive a aveia) na panela com 1 ½ litro de água. Quando ficarem macios acrescente a colher de sopa de óleo. Amasse com o garfo e sirva.
Sopa de abóbora e ovo
Ingredientes
350g de caldo de legumes caseiro
30g de macarrão do tipo ninho
100g de abóbora já descascada
1 gema de ovo cozida
1 colher (sopa) de azeite de oliva
Como fazer
Corte a abóbora em cubinhos e leve ao fogo baixo junto com o clado de legumes, até que fique bem macia. Tire os pedaços de abóbora ado fogo com uma escumadeira e acrescente o macarrão. À parte, amasse os pedaços da abóbora junto com a gema de ovo cozida, diretamente no prato da criança, e assim que o macarrão estiver pronto uma os outros ingredientes, temperando tudo no final com o azeite. Amasse com o grafo e sirva com o caldo.
Carne com mandioquinha
Ingredientes
2 cenouras descascadas e cortadas em pedaços pequenos
2 mandioquinhas descascadas e cortadas em pedaços pequenos
15g de manteiga sem sal
1 colher (sopa) de iogurte integral natural
1 colher (sopa)azeite
1 cebola roxa picadinha
1 dente de alho picado
1 tomate picado
250g de carne magra moída
½ colher (sopa) de salsa e hortelã picadas
Como fazer
Cozinhe as cenouras e as mandioquinhas no vapor por 8 – 10 minutos, até amolecerem. Bata ou amasse com a manteiga e o iogurte para obter um creme homogêneo. Transfira para uma tigela e reserve.
Refogue a cebola e o alho no azeite, em fogo médio. Acrescente o tomate e deixe cozinhar. Junte a carne e misture bem. Adicione a salsa e a hortelã e cozinhe por 8 – 10 minutos, mexendo de vez em quando até a carne escurecer e cozinhar completamente. Se a mistura ficar muito seca, adicione um pouco de água.
Se necessário bata a carne no processador com um pouco de água, para obter a textura adequada. Para servir, coloque uma colherada de carne em uma tigela e o creme de legumes por cima.
Salada de frango, abacate e arroz integral
Ingredientes
2 litors de caldo de legumes
225g de arroz integral
4 colheres (sopa) de azeite
2 colheres (sopa) suco de limão
Sal
1 maço de cebolinha picadinha
55g de pinholes torrados
Coentro fresco picado
1 abacate em fatias
2 peitos de frango cozidos e desfiados
Como fazer
Ferva o caldo de legumes, junte o arroz e volte a ferver. Abaixe o fogo, tampe e cozinhe por 30 a 35 minutos, até o arroz ficar macio e secar. Deixe esfriar um pouco, depois leve à geladeira. (O arroz pode ser cozido na véspera).
Perto da hora de servir, bata o azeite com o suco de limão e tempere com sal. Misture o molho ao arroz junto com a cebolinha, os pinholes e o coentro. Espalhe o frango e o abacate por cima a sirva.
Ingredientes
½ xícara (chá) água
¼ xícara (chá) arroz integral triturado
¼ xícara (chá) de leite materno ou infantil
Como fazer
Ferva a água em uma panela. Adicione o arroz integral triturado mexendo constantemente. Cozinhe em fogo baixo por 10 minutos, continuando a mexer com um batedor. Deixe a mistura esfriar levemente e transfira para um liquidificador. Bata até a mistura ficar cremosa, adicionando leite materno ou infantil até chegar à consistência desejada. Deixe esfriar e sirva na temperatura ambiente.
Fontes:
- See more at: http://www.paisefilhos.com.br/comer-bem/10-papinhas-salgadas#sthash.joQ6CVfq.dpuf

Hoje é dia de Rock Bebê

Pra quem gosta de pequenos cheio de estilo, passa na Mundo Lullaby pra conhecer a coleção descolada de Bodies e Camisetas de Banda! Por que todo dia é dia de Rock Bebê! 

vendasmundolullaby@gmail.com



Cheiro do bebê fortalece o vínculo entre mãe e filho

Estudo comprova que o aroma do recém-nascido ativa uma parte do cérebro da mãe responsável pela compensação, que a deixa mais protetora.



O cheirinho natural de um recém-nascido é provavelmente um dos melhores que existem, não é mesmo? Agora, uma pesquisa da Universidade de Montreal, no Canadá, mostrou que o aroma do bebê pode ser importante para deixar a mulher mais protetora e aumentar o vínculo entre mãe efilho.

Para realizar o estudo, pesquisadores recolheram o cheiro de pijamas de recém-nascidos de dois dias de vida. Foram recrutadas 30 mulheres para cheirá-los – 15 que tinham dado à luz há menos de seis semanas e outras 15 que não eram mães. Durante o processo, as atividades cerebrais eram avaliadas pelos pesquisadores. Embora todas as mulheres perceberam o aroma com a mesma intensidade, as reações neurológicas mudavam. Para aquelas que tinham acabado de dar à luz, houve ativação no centro de recompensa, uma reação semelhante a que acontece ao se alimentar depois de estar com fome.

De acordo com os pesquisadores, o circuito de recompensa existe para reforçar comportamentos que são fundamentais para a sobrevivência, como se alimentar e a própria reprodução, mas ele também garante outra vantagem às mulheres: o reforço dovínculo entre mãe e filho. Embora ainda não exista comprovação científica dos motivos pelos quais isso acontece, o estudo ressalta que o cheiro do recém-nascido desperta na mãe o instinto de proteção à criança indefesa ao mesmo tempo em que faz com que ela se torne mais confortável para encarar as novas experiências maternas.

Fonte: Revista Crescer

Refluxo no bebê



 

É normal meu filho regurgitar?

Depende. O bebê pode regurgitar ou golfar um pouco de leite depois de mamar ou até acabar vomitando de vez em quando, sem causa aparente. Pode ser que às vezes ele tussa depois de regurgitar, como se o leite tivesse entrado pelo "buraco errado".

Isso tudo é normal e esperado em crianças de até1 ano, por isso, se seu filho não tiver nenhum outro sintoma, não há com o que se preocupar.

Só mantenha uma fraldinha ou paninho de boca sempre à mão para emergências, e não se esqueça de colocar uma blusa extra para você na sacola do bebê, para o caso de um "acidente".

Tanto bebês que mamam no peito quanto bebês que tomam fórmula podem regurgitar ou ter refluxo.

Algumas crianças, no entanto, regurgitam em grande quantidade, chegando a afetar seu ganho de peso, causando dores de garganta e até problemas respiratórios, o que já indica um quadro bem mais sério de
refluxo.

Preciso falar com o médico?

É sempre bom comentar com o pediatra o que está acontencendo com o bebê, mas é preciso mais urgência na atenção às regurgitações se:
  • seu bebê parecer não estar ganhando peso
  • o bebê chorar muito sempre depois de mamar
  • ele estiver vomitando com muita frequência
  • ele começar a ter muita tosse
  • ele ficar irritado, curvando-se para trás, depois de mamar

O diagnóstico do refluxo pode ser apenas clínico, ou seja, baseado no exame físico do bebê e na descrição dos sintomas. Existem outros exames para investigar o refluxo, como um raio-X do sistema digestivo (o bebê precisa tomar um contraste).

Você pode tentar em casa algumas medidas simples para ver se o problema melhora, como manter o bebê em posição ereta por 20 minutos depois de cada mamada e elevar um pouco a cabeceira do berço.

Outra estratégia é aumentar a frequência das mamadas para diminuir a quantidade de leite em cada uma delas -- às vezes os bebês mamam demais de uma vez só, o que acaba provocando vômitos.

Alguns médicos sugerem ainda que a mãe elimine o leite de vaca de sua própria alimentação, porque os sintomas de refluxo podem ser causados por intolerância a certas proteínas presentes no leite de vaca, que passam para o leite materno. O mesmo se aplica a bebês que tomam fórmula.

Qual é a causa do refluxo?

Bebês podem ter refluxo porque uma válvula que conecta o esôfago ao estômago, chamada esfíncter, está enfraquecida ou ainda não funcionando direito, permitindo que alimentos e sucos gástricos voltem do estômago em direção à boca.

Lembra dos seus tempos de grávida? O aumento do útero pressionava esta mesma válvula, a sua, levando àqueles episódios de azia.

Cerca de 50 por cento de todos os bebês apresenta algum tipo de refluxo, mas apenas em uma pequena porcentagem ele se torna um problema sério. Aos 10 meses, somente cerca de 5 por cento dos bebês ainda sofre com o refluxo.

Existe algum tratamento médico para o refluxo?

Nos casos mais graves, o pediatra pode receitar antiácidos, medicamentos anti-refluxo, produtos para engrossar um pouco o leite ou fórmulas anti-refluxo já prontas. Só use esse tipo de tratamento sob a orientação do médico. Talvez o pediatra prefira encaminhar o bebê para um gastroenterologista, que possa prescrever outros tipos de medicamentos.

Crianças só são tratadas quando o refluxo realmente atrapalha a vida delas. Existem bebês que simplesmente regurgitam mais que os outros, mas não têm nenhum outro desconforto e se desenvolvem normalmente. Nesse caso, o tratamento não é necessário.

O refluxo é grave?

É importante acompanhar atentamente o ganho de peso de bebês com refluxo. Alguns bebês não engordam o suficiente porque não conseguem manter muito leite no estômago, e outros acabam perdendo o apetite por causa do desconforto causado pelo ácido.

Existe também o risco de desenvolver esofagite, uma inflamação da mucosa do esôfago, que pode ser persistente e provocar problemas mais sérios no futuro.

Se a regurgitação ou o vômito entrarem no sistema respiratório, o bebê pode adquirir problemas como pneumonia, tosse persistente à noite, sinusite (em crianças maiores) ou otite, por isso é bom ficar de olho em sinais dessas doenças. O ácido estomacal também pode prejudicar o esmalte dos dentes da criança.

Em casos raros, o conteúdo gástrico não chega a sair na forma de regurgitação, mas fica entrando nas vias respiratórias, causando problemas. Por esse motivo, no caso de infecções respiratórias recorrentes ou tosse, a possibilidade de refluxo deve ser levada em conta.

Mais que tudo, o refluxo pode dificultar muito a vida da família toda, pois os pais não conseguem aliviar o desconforto da criança, além de terem de lidar com o estresse de alimentá-la e mantê-la limpa. O consolo é lembrar que o refluxo vai embora sozinho, e um dia a choradeira, o cheiro de azedo e as constantes fraldinhas sujas serão só uma lembrança distante no seu passado.


Fonte

Escolhendo as cores pro quarto do bebê

Os preparativos para a chegada do bebê são realizados nos mínimos detalhes, o nome, o enxoval, a escolha das roupinhas, tudo com muito estilo e claro, muita dedicação. O berço, o papel de parede, porta-retratos, adesivos, borboletas, carrinhos, estrelinhas, fotos e mais fotos, tudo isso faz parte da decoração e é indispensável!

Preparamos algumas dicas de como fazer um quarto com muito conforto, aconchegante, harmonioso e criativo, com um toque especial de mãe para acolher a pessoa mais esperada do momento, seu filho! Tudo isso, usando a influência das cores.

É importante lembrar que as cores são fundamentais em nosso dia-a-dia, pois são capazes de mudar não só o ambiente, mas também a nossa vida. Estudiosos explicam que as cores usadas de forma correta, tornam-se importantes ferramentas para o equilíbrio e neste caso fará muito bem para o bebê.

Conheça agora a importância das cores que pode fazer a diferença no quarto de seu filhote:

•Amarelo – Além de ser a cor mais intelectual, transmite calor, luz e descontração, simbolicamente está associado à prosperidade e transmite otimismo, facilita a comunicação e harmoniza a todos.

•Verde - Vigor, juventude, esperança, além de ser uma cor estimulante indica simpatia e renovação é considerada uma cor de equilíbrio e confiança.

•Laranja – É a cor da comunicação e significa entusiasmo. Serve de estimulante para os tímidos, significando movimento e espontaneidade de pessoas que acreditam que tudo é possível.

•Azul – Possui um grande poder de atração, é a cor do infinito e simboliza beleza, sabedoria, fidelidade e amizade.

•Azul Claro – Tranquilidade e compreensão.

•Rosa – É a paixão de todas as meninas e reflete beleza, saúde, alegria e romantismo e remete a algo amoroso, carinhoso, suave e delicado.

•Salmão – Está associado à felicidade e harmonia.

•Branco – A cor representa pureza, humildade, ótimo para qualquer tipo de ambiente, caso opte pelo branco para o quarto do bebê, pode aproveitar a cor neutra para decorar com recortes de papel de parede.

Agora, se a dúvida é decorar o mesmo ambiente para dois filhos de sexos opostos, o ideal é abusar nas cores de forma harmoniosa. Você pode apostar em uma parede verde e outra laranja. É uma opção para sair dos tradicionais azul e rosa e criar um ambiente animado e muito descontraído.

Uma das últimas tendências em decoração é fazer decoupagens com papéis de parede é uma excelente ideia, o recorte em formato de figuras infantis bem coloridas e grandes, para dar aquele “Up” e fazer toda a diferença no ambiente.

Fonte: Filhos & Cia


12 motivos por que o bebê chora tanto

Esse é um tema que toda mamãe de primeira e também de outras viagens já se pegou perguntando! Todo mundo que está em sua volta terá um palpite, no meu caso acho que cólica foi a campeã dos "achismos". Achei esse texto super legal e com muitas dicas, quem sabe pode ajudar com os baixinhos aí!
 
Todo bebê chora. Bebês completamente saudáveis são capazes de chorar entre uma e três horas por dia no total, sem que haja nada de anormal. Como não podem fazer nada sozinhos, os bebês precisam dos outros para conseguir a comida, o calor e o conforto de que precisam.
Chorar é o único jeito que o bebê tem de comunicar essas necessidades. No começo, pode ser desesperador tentar descobrir exatamente qual necessidade é essa: ele está com fome? Com frio? Com sede? Com tédio? Quer colo? Com o tempo, porém, você vai começar a distinguir um pouco melhor cada choro do bebê.
À medida que vão crescendo, os bebês aprendem outros meios de se comunicar conosco. Aperfeiçoam o contato visual, fazem barulhinhos e até sorriem. Tudo isso reduz a necessidade de choro. Os motivos mais comuns para o chororô dos bebês estão na lista abaixo. Se seu bebê não para de chorar, experimente ir seguindo a lista item a item.

Mesmo que nada dê certo, você vai ficar com a consciência mais tranquila de saber que fez tudo o que podia para consolar seu filho.


1. Preciso comer

A fome é o motivo mais comum para um recém-nascido chorar. Quanto mais novo for o bebê, maior é a probabilidade de ele estar chorando de fome. O recém-nascido tem o estômago pequeno, que não aguenta uma quantidade muito grande de leite.

É bom aprender a identificar os primeiros sinais da fome antes do choro: colocar a mão na boca, ficar "procurando", ficar inquieto. Aí você já oferece o leite e evita que o bebê fique nervoso.

Se o bebê chorar, tente oferecer leite. Pode ser que ele não pare de chorar na hora, mas deixe-o mamar. Conforme o estômago dele for se enchendo, ele deve se acalmar. Caso o bebê já esteja de barriga cheia e continue chorando, talvez esteja querendo dizer a próxima coisa da lista.

2. Estou com a fralda suja

Há bebês que não estão nem aí se a fralda está com cocô -- é um quentinho gostoso --, e há outros que querem ser trocados na hora, principalmente se estiverem com a pele irritada. Verifique a fralda do seu filho e troque-a, se necessário. Talvez isso resolva o choro, portanto sempre vale a pena tentar.

3. Estou com sono

Seria ótimo se os bebês simplesmente fechassem os olhos e dormissem sempre que estivessem cansados, mas muitas vezes eles não conseguem fazer isso.

Quanto mais cansado fica, mais irritável e agitado o bebê fica, e aí é mais difícil dormir. Procure colocá-lo para dormir aos primeiros sinais de sono: olheiras, irritabilidade, olhar caído, esfregação de olhos ou orelha.

4. Preciso arrotar

Quando o bebê chora depois de mamar, principalmente se estiver deitado, pode ser que tenha um belo arroto "entalado".


Basta colocar o bebê na vertical e dar uns tapinhas nas costas. Se depois de uns dez minutos não der certo, pode ser o item seguinte.

5. Estou com dor de barriga

Como o sistema digestivo do bebê ainda é imaturo, ele pode chorar de cólica, devido a gases ou porque está com dificuldade de fazer cocô.

Em alguns casos, o bebê chora porque sofre de refluxo, ou seja, o leite fica voltando mais do que o normal e provoca dor e desconforto.

Normalmente os pais conseguem distinguir a causa da dor quando se trata de dor de barriga. O bebê fica vermelho, ou chora logo depois de mamar.

Consulte o pediatra para ver o que pode fazer para aliviar a dor, como o uso de gotas antigases.

Você pode fazer uma massagem, colocar bolsa de água quente na barriguinha do bebê, fazer movimentos de bicicleta com a perninha ou dar alguma coisa para ele sugar (a chupeta ou o seio), pois o movimento de sucção relaxa e alivia a dor. Só atenção para não usar esse expediente o tempo todo, para o bebê não começar a usar seu peito só como chupeta.

6. Preciso de colo

Há bebês que precisam de mais colo para se sentir seguros. Crianças um pouco mais velhas já se acalmam só de ver você no quarto ou ouvir sua voz, mas os pequenininhos precisam do contato físico. Se seu filho está alimentado, de fralda trocada, e continua chorando, pode ser que só esteja querendo colo mesmo.

Se seu filho for da turma do colinho, você pode usar outras estratégias, como o canguru ou o sling (uma espécie de rede), que mantêm o bebê perto de você mas liberam suas mãos para fazer outras coisas.

Recém-nascidos também estranham ficar "soltos" num espaço muito grande. Você pode ter mais sucesso se deixá-lo enrolado numa manta leve. ou colocá-lo num local mais aconchegante que o berço, como um moisés ou o carrinho.

7. Estou com frio! Estou com calor!

Certos recém-nascidos detestam ficar pelados para a troca ou para o banho. Não estão acostumados a sentir o contato do ar com a pele e preferem ficar de roupa. Se seu bebê for um desses, você logo vai aprender a trocar a fralda em velocidade recorde, para acabar com as reclamações.

Por outro lado, tome cuidado para não exagerar nas roupas, senão a criança vai ficar com calor. Um bom jeito de verificar a temperatura do bebê é sentir a barriga dele. Se ela estiver quente e suando, tire um pouco de roupa. Se ela estiver fria, agasalhe-o mais. Não vá pelas mãos e pelos pés, porque eles tendem a ficar mais frios que o resto do corpo.

8. Tem uma coisinha me incomodando

Bebês pequenininhos podem ficar incomodados fácil, com um elástico muito apertado da roupa, uma dobra na fralda ou um fio de cabelo seu que se enrolou no dedo do pé ou da mão.

Dê uma boa inspecionada no bebê para ver se não tem nada incomodando. Troque a posição dele, tire a meia, olhe dentro da fralda, veja se não há uma etiqueta ou algo áspero na roupinha.

9. Tem dente nascendo

O nascimento dos dentes é um longo processo que incomoda bastante alguns bebês. Se seu filho está chorando mais do que o normal, experimente sentir a gengiva dele com seus dedos. Você pode se surpreender.

Os primeiros dentinhos costumam surgir entre os 4 e os 7 meses, mas podem chegar bem antes ou bem depois.

10. Preciso de menos estímulo

Pais de bebês maiorzinhos conhecem a situação: o bebê tem um ataque de riso e emenda com um ataque de choro! Os estímulos do mundo às vezes são demais para os bebês.

Um dia cheio de visitas e atividades pode deixar o recém-nascido muito excitado, e ele tem dificuldade para "desligar". O excesso de estímulo -- luzes, barulho, passar de colo em colo -- pode deixar o recém-nascido inquieto.

O bebê fica difícil no fim do dia, ou quando a casa está cheia. Talvez o bebê esteja só dizendo: "Chega". Experimente levá-lo para um lugar calmo, reduzindo o nível de estímulo. Pode ser que ele ainda chore mais um pouco, mas que depois finalmente se tranquilize e durma.

11. Preciso de mais estímulo

Há bebês que não gostam de silêncio. Ficam mais calmos em meio a muita gente, observando a movimentação. Também não gostam de escuro. Experimente ligar música no quarto do bebê, ou levá-lo para um passeio no carrinho, e estacionar num lugar onde ele possa ver as pessoas.

Para esses bebês, o sling ou canguru é uma boa saída, pois a criança fica exposta ao seu movimento e aos barulhos que cercam você.

12. Não estou me sentindo nada bem

Se nada deu certo, é inevitável começar a pensar que talvez o bebê esteja com alguma dor. Quando o bebê está com dor, ele chora num tom diferente do choro normal -- pode ser um choro mais desesperado, ou mais gritado. Por outro lado, para um bebê que chora bastante por natureza, o silêncio é que pode ser o sinal de que há algo errado.

O mais importante é lembrar que você conhece o seu filho melhor que qualquer outra pessoa. Se você sentir que há alguma coisa errada, verifique a temperatura para ver se ele não está com febre e observe-o bem. Se não passar, converse com o médico.

Profissionais de saúde podem tranquilizar você sobre o choro, para que você tenha certeza de que a causa não é física. Para mais orientações, consulte nosso texto sobre quando procurar o médico.

O choro parece não ter motivo. E agora?

Existem crianças que simplesmente choram muito (assim como há as que dormem muito, falam muito, se movimentam muito). Também é questão de temperamento.
Fonte: Aqui

Os movimentos do bebê na gravidez

Um dos momentos mais esperados e lindos durante os nove meses de espero são os chutinhos, faz a gente se sentir ainda mais grávida! Cada dia é uma nova emoção, o chute é sempre novo e especial.
 
Se esta é sua primeira gravidez, talvez demore um pouco mais para você perceber os movimentos do bebê, porque é uma sensação totalmente nova -- algumas mulheres a descrevem como uma cosquinha bem de leve, por dentro, como uma borboleta batendo asas.

No caso de primeira gravidez, você provavelmente sentirá os primeiros movimentos entre 18 e 20 semanas. Quem não é marinheira de primeira viagem e já conhece a sensação costuma senti-la pela primeira vez entre 15 e 18 semanas.

Para tentar sentir, você pode comer alguma coisa e se deitar de barriga para cima, bem parada, prestando atenção. Talvez a sensação apareça.

A primeira vez que você sentir o bebê será um marco na sua gravidez. E depois aqueles movimentos tão levinhos viram chutes vigorosos, ótimos para mostrar que tudo vai bem dentro da sua barriga.

O que o bebê fica fazendo lá dentro?

Ultrassons conseguem mostrar o que os bebês fazem em cada fase da gravidez, já que a maioria dos movimentos começa bem antes de você perceber:

• entre sete e oito semanas, os movimentos gerais se iniciam, como viradas de lado e aqueles movimentos involuntários que parecem sustos

• com cerca de nove semanas, o bebê já tem soluços, balança uma perna ou um braço por conta própria, consegue chupar e engolir

• com 10 semanas, ele flexiona e vira a cabeça, traz as mãos até o rosto, abre a boca e se estica

• com 11 semanas, a graça é bocejar

• com 14 semanas, o bebê movimenta os olhos

Depois dos primeiros movimentos, que parecem asinhas de borboleta batendo, o mexe-mexe fica mais intenso e mais frequente. Conforme o bebê vai crescendo, a sensação muda, e você começa a sentir trancos e chutes, que vão ficando cada vez mais fortes.

O bebê não se mexe o tempo inteiro porque, como todo mundo, tem horas em que ele só quer mesmo é descansar e dormir. Mais no finzinho da gravidez, ele passa a dormir por cerca de 45 minutos de cada vez. Pode parecer mais, porque você não necessariamente sente todos os movimentos dele.

Veja a seguir um esquema do que esperar durante a gravidez em relação aos movimentos.

De 20 a 24 semanas

A atividade do bebê vai aumentando gradualmente. A partir de agora, o bebê terá um período mais agitado durante o dia, com muitos chutes e cambalhotas.

De 24 a 28 semanas

Pode ser que você note agora os soluços, que vão explicar os pulinhos que você vai sentir de vez em quando. O saco amniótico contém até 750 ml de líquido nessa fase, o que permite ao bebê se movimentar bastante. Ele consegue ouvir, por isso você pode perceber que ele reage a barulhos altos.

29 semanas

Seu bebê vai começar a fazer movimentos mais definidos e menos bruscos, já que está mais contido pelas paredes da sua barriga.

32 semanas

O nível de atividade chega ao auge. Depois desta semana, você vai notar uma diminuição de movimentos, algo bastante normal devido ao menor espaço dentro do útero para ele se mexer.

Cerca de 36 semanas

O bebê pode assumir sua posição definitiva no útero, normalmente de cabeça para baixo. Isso é mais provável de ocorrer se este é seu primeiro filho, já que os músculos do seu útero e do seu abdome vão ajudá-lo a ficar no lugar. Se você já ficou grávida antes, seus músculos não serão tão firmes e o bebê pode ficar mudando de posição até a data do parto.

Os principais movimentos que você vai sentir são cotoveladas, chutes e joelhadas -- às vezes dolorosos, quando acertam suas costelas.

De 36 a 40 semanas

Seu bebê vai crescendo e as cambalhotas vão ficando menos frequentes. Se ele estiver chupando o dedo e por acaso o dedo escapar da boca dele, você pode sentir movimentos rápidos da cabecinha virando de um lado para o outro em busca do dedo perdido. Nas últimas duas semanas da gravidez, os movimentos diminuem um pouco, junto com o ritmo de crescimento do bebê. Isso é absolutamente normal, mas se algo estiver preocupando você, é sempre bom conversar com o médico.

A esta altura, o bebê já deve estar acomodado na sua bacia, pronto para a jornada de vir ao mundo. A cabeça dele muitas vezes pode parecer como se um melão estivesse fazendo pressão nos músculos pélvicos, o que torna difícil o simples ato de se sentar.

Talvez fique mais fácil respirar ou comer, já que seus pulmões e seu estômago estarão menos espremidos. Se sua parede abdominal ficar bem fina, às vezes dá até para distinguir o pé do bebê.

Há momentos em que ele está dormindo e outros em que está acordado e ativo, justo quando você está tentando dormir. Esse padrão de sono da vida uterina pode acabar se mantendo nas primeiras semanas depois do nascimento, até que o bebê aprende a diferenciar o dia da noite.

Quantos chutes devo sentir por dia?

Não existe um número exato de chutes por dia para se ter certeza de que tudo vai bem, e mesmo que você resolvesse marcar para contar para o médico, os resultados não seriam precisos e poderiam causar preocupação sem necessidade.

O melhor a fazer é observar o padrão de movimentos do seu filho durante as horas ativas do dia. À medida que sua gestação progride, fica mais fácil entender o ritmo do bebê. Cada criança tem um padrão diferente de sono e atividade, mas você acaba percebendo o que é típico da sua.

Caso note alguma mudança nesse padrão, converse com seu médico o mais rápido possível.

Ainda não senti meu bebê mexer hoje. Devo ficar preocupada?

Se você estava envolvida com outras coisas, talvez não tenha percebido o movimento. Mas, para se tranquilizar, veja abaixo alguns truques para fazer seu bebê se mexer:

• Deite de lado (com uma almofada ou travesseiro debaixo da barriga) e fique parada

• Coloque as pernas para cima e relaxe; os bebê muitas vezes acabam pegando no sono com a sua movimentação e acordam quando você para

• Toque uma música ou faça um barulho inesperado

• Tome alguma coisa gelada: a mudança de temperatura pode fazer com que o bebê tente "desviar" da onda fria

Feito tudo isso, se em duas horas você não sentir absolutamente nenhum movimento, procure o obstetra.

O preferível é confiar nos seus instintos: se você acha que há motivo para estar preocupada, tente falar com o médico. Um exame rápido pode tranquilizá-la.

Fonte Aqui